quarta-feira, 29 de junho de 2011

Primeiras impressões: comentários rapidos sobre o Rockgol 2011:

Essa semana começou o campeonato Rockgol 2011, que GRAZADEUS tá de volta na sua 15ª edição. Quem me conhece sabe que eu sou APAIXONADO pelo campeonato e eu comecei a tocar guitarra só pra buscar uma participação no campeonato. haha Vamos lá, o que eu achei:

1 - Apesar de que o Bianchi e o Bonfá tivessem toda a manha do Rockgol e já tivessem implantado toda uma mística no campeonato, o Adnet tá se saindo melhor do que eu imaginava.

2 - O comentárista, acho que é o Eduardo Elias, tá vindo com umas estatísticas muito boas durante as transmissões.

3 - O retorno do patrocínio da Adidas é muito bom, o unico ponto negativo foi a falta de criatividade pra bolar o nome das equipes, pra mim a melhor edição em termos de equipes (nomes/uniformes/etc) foi aquela das paródias dos clubes de futebol.

4 - O campeonato foi gravado em 4 dias, há umas 2 semanas atrás. Numa época aonde as informações correm eu já sabia até quem foi o campeão na mesma hora que acabou. Muito amador da parte da MTV não fazer pelo menos uma semifinal e uma final ao vivo.

5 - Essa Arena dos Prazeres (Pleasure Arena segundo Marcelo Adnet) é um campo muito foda. Aquele visual do Rio de cima do morro é demais.

terça-feira, 14 de junho de 2011

A ponte

Eles haviam chegado ao fim do caminho. Nem parece que o mais dificil tinha passado. Juntos, no fim do percurso, comentavam o quanto foi complicado chegar aonde eles chegaram. Das partes em que se sentiram mais perdidos, deram risada. Havia acabado. Era a hora de viver, mas pra onde eles iriam agora? Bom, era a hora de cada um deles fazer o próprio caminho. Um pra cada lado. Não importava a direção. O que importava era a lembrança no peito e a certeza de que eles se encontrariam novamente, num futuro próximo. Numa situação muito melhor.

- Boa sorte. A gente se encontra em breve?
- Espero que sim. A gente passou poucas e boas né?
- Com certeza. Nunca vou esquecer. Mesmo.
- Eu tambem não, é parte de mim.

Tudo que existe dentro de nós é resultado da ação do tempo e das experiências que nós passamos. O tempo age em erosão na nossa alma.

Quando se encontrarem novamente, serão outras pessoas. Terão outras experiências nesse caminho novo. Talvez encontrarão outras pessoas. Será que LÁ na frente todas as pessoas que passaram por tudo vão se encontrar?

Desejo sorte, só.

E lá se foram os dois.

domingo, 22 de maio de 2011

Domingo é o dia mais sem graça da semana. Mas é um dia REAL.

Hoje é domingo. Segundo dia do fim de semana. Pra mim, o 7º dia da semana até mais ou menos os meus 8 anos de idade, não sei porque. Pra todo mundo o 1º dia da semana.

Mas o teto é: o fim de semana é sábado e domingo, certo? Mas como domingo pode ser o primeiro dia da semana (começo) e segundo dia do fim de semana (fim)? Domingo então é o primeiro e o segundo dia da semana, ao mesmo tempo?

A manhã de domingo foi criada pra ter um caráter meio preguiçoso. Aquela coisa de acordar e não sentir vontade de sair da cama. O Oasis fez essa aqui pra tirar a gurizada da cama e o Maroon 5 fez essa aqui pra gurizada permanecer na cama. Pra ser sincero, faz um bom tempo que eu não sei o que é uma manhã de domingo. Acho que a gente tem que acordar várias semanas cedo no domingo pra sentir isso.

Eu tenho uma teoria de que nenhuma força de sorte/azar atua no domingo. Se tu deixar tudo rolar normalmente, é muito mais díficil algo de bom ou de ruim acontecer no domingo do que em qualquer outro dia da semana. O domingo foi feito pra ser monótono. Se não depender somente de ti, não vai acontecer NADA no domingo. E se tu fizer acontecer algo no domingo, vai ser mais díficil do que me outros dias.

Acho que meio que rola um clima de eutanásia da semana no domingo. Isso mesmo, aquela depressão que bate quando tu ouve a vinheta de abertura do Fantástico nada mais é do que a preparação pra desligar os aparelhos da semana. Prefiro pensar desse jeito do que achar que essa depressão é o nascimento de uma semana nova.

Deixo vocês com essa música da Abril que tem a cara do domingo.



e uma menção honrosa pra canção homônima da doyoulike tambem.



Hasta.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

voltamos à estaca zero então...

Todo mundo fala que o ano só começa depois do carnaval pros brasileiros. E realmente é isso... Vocês já perceberam como parece que acontece um LAPSO DE TEMPO durante o verão? Parece que o tempo no verão corre alheio ao resto do ano. Acho que as pessoas se sentem mais livres no verão pra fazer muita coisa que não fariam no resto do ano. O verão é uma embriaguez que dura 3 meses.

Ah, o verão... dizem que é a estação da perdição...


Confesso pra vocês que me deu um aperto no peito de ver essa propaganda. Já tá acabando o verão. Mas vocês tão vendo aí, até a publicidade sabe que o verão TEM essa energia diferente.

Aliás, fevereiro é um mês bem peculiar. Tem menos dias: 28, em anos não bissextos, e 29, em anos bissextos. Todo mundo curte fevereiro. De Scracho à Alexandre Nickel. O Dave Grohl e a Katy Perry tambem curtem. O Jorge Ben então...

Mas como tudo tem um fim, uma hora tem que acabar... Daí chega o fim de fevereiro. Todos chora. As coisas vão aos poucos se acertando. e como a embriaguez do verão é FORTE, logo depois vem uma ressaca do verão. Eu diria que a gente vive verão fortemente no mínimo uns 8 meses por ano. A ressaca do verão dura até abril. É o momento em que tu para pra pensar o que tu fez e o que tu não fez. E pensa.

É em abril que o emocional vira racional denovo.

Boa sorte pra vocês aí. Sigam sempre o coração de vocês. Deixo vocês com essa música do Darvin que retrata bem isso. Valeu.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

verão.

É mais uma tarde quente de janeiro, e eu aqui. A gente já tá em 2011. Eu gosto de escrever do meu jeito mesmo. Uma moça já comentou mais ou menos isso aqui, que eu escrevia sobre o que eu queria, do jeito que eu queria. É mais ou menos isso. As vezes dá vontade de escrever e eu venho aqui e escrevo. Deu vontade? Venho aqui.

Cês não tão ligados que tá passando muito rápido isso aqui... esse ano... 2011. Já passaram uns 8% do ano. Pensa nisso, é bastante coisa. Por que isso, mano? Aliás, acho uma parada estranha mulher que se refere aos outros como "mano". "Mano" eu chamo os meus amigos bebendo cerveja e comentando futebol, baliza e coisas que mulher não entende. DIGO ~~apagar

Mas acho que tá tudo bem. Acho muito que as coisas dão certo sempre no fim. Aliás, o fim é só o fim. E acho que as pessoas encaram o "fim" de uma forma muito errada, preconceituosa e negativa, assim como o destino, a ordem natural das coisas, o famoso "tá tudo escrito e não tem como mudar". Lembrando que eu não acredito nisso, aliás, pode se dizer que eu acredito em partes, e esse meu "não acredito" não é EMBURRADO como o da maioria das pessoas, é um "não acredito" racional e sereno.

A minha concepção de destino é mais que isso. O destino seria uma sucessão de acasos que consegue determinar, criar, controlar, mas que segue uma inteligencia própria. Mas esses acasos culminam em milhares de pontos convergentes, que viram mais acasos que se cruzam em mais outros pontos, se tornando assim uma gigantesca rede que forma o que a gente conhece como universo, ou melhor falando, o cosmo.

Resumindo minha concepção de destino: Destino = Sucessão de Acasos

O destino "clássico" seria a ordem natural das coisas, previamente estabelecida sabe se lá, quando ou porquê, pegamos aqui sendo por Deus no inicio dos tempos então. É imutável. Aliás, isso é uma coisa bem relativa: se eu conseguir mudar o destino, será que era O DESTINO eu MUDAR O DESTINO? Que teto.

Acho que se a gente ver por um lado, o conceito de "fim" só se aplica ou se torna possível quando a gente fala do "destino clássico", no destino que eu acredito acho que não se aplica porque os acasos nunca permitem que tenha um fim, por não haver um FIM concreto pra nada. Não há um fim nunca. Tudo se fragmenta e se torna coisas diferente, tudo muda. Mas se a gente for falar em um fim mais convencional, seria quando uma coisa coisa acaba (ah, sério, Lucas?) e não tem como voltar. Se tiver como reverter, não é o fim, Não se pode ter dois fins. Assim como não se pode ter dois começos. Aliás, "reverter" não seria a palavra certa, porque apesar de alguem não querer, o fim não é prejudicial, ele é assim por simplesmente ser, e por algo motivo ele é assim, entendendo os envolvidos ou não. O fim é algo natural. FIM.

Acho que por hoje é só. Se pá tem uma segunda parte desse post, em algum momento da minha vida. Valeu.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

decemberunderground.

Adivinha, doutor, quem tá de volta na praça?
Pois é, fiquei um tempo sem postar aí. Sei lá. Não rolava sabe? Mas agora o bixo pega e eu vou falar sobre um assunto que tem gente que entende do que eu to falando, e tem gente que não me entende muito e acha estranho: meu APREÇO pelo mês de dezembro.

O verão CONVENCIONAL, pra mim, começa mais ou menos nessa época que acaba as aulas e tal... que a gurizada começa a ir de havaianas pro colégio (com exceção dos playboys, que até no inverno vão de havaianas pro colégio) e começa a ficar feliz, caso passe de ano, ou triste se não passa e o bixo pega.

Nessa época o sol pega de um jeito DIFERENTE na cidade de Porto Alegre, basta vocês terem um pouco mais de sensibilidade e vocês conseguem perceber isso. É uma coisa BONITA DEMAIS.

Daí, nessa época, existem dois tipos de pessoas: as que no COMEÇO de dezembro jogam a toalha e dizem que o ano acabou (não tiro a razão, ué, cada um com seus motivos...) e as que se matam pra, aos 45 do segundo tempo, tentar completar as paradas que lá em junho falaram que tinham que fazer até o fim do ano.

Mas na real eu acho que nunca vi ninguem falar "não quero que o ano acabe :~~", tu só vê a gurizada querendo que o ano acabe logo. Acho que não devia ser assim. Acho que tipo, vamo curtir um dia de cada vez, cês tem que ver a beleza que há por dentro de dezembro, sabe?

Enfim, vou falar mais daqui a pouco sobre essa história de dezembro, sol, verão, etc. etc. mas por hoje é só, e deixo vocês com uma música que marcou meu mês de dezembro em 2008. Essa música tem o CLIMA de dezembro. Tem um trecho dela que diz: "Pra mim esse ano acabou, e daí?". Baita fado. Hasta luego.